segunda-feira, 21 de março de 2011

Poema a Bandeira

Cavalinhos e cavalões
ah! hoje não temos mais tantos cavalos
o metal tomou conta de tudo
e ronca nas pistas lisas do autódromo

e nós cavalões continuamos comendo
mal mas comendo
vivendo pelas beiradas
tropeçando nos cadarços do tênis

ah! bola vai bola vem
cavalos comendo
vivendo
eis que vejo uma cavalo atropelado

2 comentários:

Alexandre disse...

Perfeito isso, embora, você afirme não mais existir os cavalos, e que tomamos parte deles, você anula os "cavalos de metal", e consegue recuperar o galopar dos cavalos. Podemos sentir as patas dos animas tocando o solo. O ritmo, por você criado, nos leva a um galope sem fôlego, e neste cavalgar sem fôlego nos atropelamos. Genial!!
Adorei este lugar!
Estarei por aqui, sempre!
Abraço, e mais uma vez, obrigado pela visita no meu Cárcere do Ser.

Alan André de Figueiredo disse...

Adorei o seu blog tambem
e dentro do carcere do ser
entre as grades e a liberdade
vemos o mundo
pelos olhos de dentro

Até