quarta-feira, 20 de julho de 2011

Aos que querem entrar para história

Um dia quem sabe
Teremos nosso nome garavado
Em algum lugar no futuro

Talvez em algum cartorio empoeridado
Dizendo que este morreu
Mas seu nome está lá

Tenho certeza sou eu
Coitado daquele que sonha
Ser a pedra rara
Ser unico no meio de pessoas unicas

De que adianta estas coisas
Se não vivermos o agora?!

Porque eu?
Porque esta janela?
Se todas as janelas estão para o mundo
Porque esta?

Vou brincar com meus filhos
Este negocio de história e eternidade efemera
Me deixa enjoado
E não valem mas nehum verso

2 comentários:

Anônimo disse...

Tá mandando muito, muito, muito bem Alan...com calma vou comentar melhor...mas sintome tocada por tua poesia. Tudo forte, verdadeiro, lindo!
Karla da Silva

Alan André de Figueiredo disse...

Obrigado Karlinha
Espero ansioso ...
Até Alan